INCM apresenta moedas comemorativas de 2017 | Arte, cultura e História celebradas em moeda

Arte, cultura e História celebradas em moeda

INCM apresenta moedas comemorativas de 2017

O herói do desporto nacional, Carlos Lopes, no ano do seu 70º aniversário; o arquiteto Siza Vieira, retratado por Souto Moura; e o Centenário das Aparições de Fátima são algumas das Moedas Comemorativas que a Imprensa Nacional-Casa da Moeda tem previstas para 2017.

Este ano, pela primeira vez, vai ser produzida em Portugal uma moeda corrente colorida, alusiva aos 150 anos da Segurança Pública, bem como uma moeda de coleção que combina o metal e o acrílico, uma novidade numismática que procura recriar a ampla utilização do ferro e do vidro na arquitetura do século XIX (moeda de coleção Idade do Ferro e do Vidro – Série Europa – Idades da Europa).

As dez moedas foram desenhadas por individualidades das artes visuais contemporâneas, entre as quais, José de Guimarães, Eduardo Aires, André Carrilho, João Fazenda e Luís Filipe de Abreu, dando relevo à arquitetura, à etnografia e ao desporto nacional, entre outros valores e temáticas da cultura portuguesa e internacional.

Em 2017, as moedas de coleção são dedicadas a Álvaro Siza Vieira (série Arquitetura Portuguesa), ao campeão olímpico Carlos Lopes (série Ídolos do Desporto), à rainha D. Maria Bárbara de Bragança (série Rainhas da Europa), ao Centenário das Aparições de Fátima, aos Caretos de Trás-os-Montes (série Etnografia Portuguesa), às maravilhas naturais da ilha da Madeira (série Ibero-Americana), à Idade do Ferro e do Vidro (série Europa – Idades da Europa) e ao tema O Futuro (série Desenhar a Moeda), enquanto as moedas correntes assinalam os 150 Anos da Segurança Pública e os 150 Anos do Nascimento de Raul Brandão.

Sobre a INCM

Inovação, segurança, internacionalização e dedicação à causa pública, sem esquecer a prestação de serviços de qualidade e fiabilidade a empresas privadas, são os principais eixos estratégicos da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM). Com cerca de 600 trabalhadores é uma sociedade anónima de capitais públicos e resulta da fusão, em 1972, da Imprensa Nacional e da Casa da Moeda. Herdeira de oito séculos de atividade das entidades que lhe deram origem, a empresa tem sido pioneira no desenvolvimento e produção de bens e serviços fundamentais para o funcionamento do Estado. O cartão de cidadão e o passaporte eletrónico são apenas dois exemplos desse pioneirismo.

Mais imagens disponíveis neste link: https://we.tl/RSG3NX9Xk9

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