Artistas Unidos Newsletter

Na próxima 4ª, 13 de Junho, pelas 15h00, apresentamos FERNANDO LEMOS – Como, não é retrato? na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva. E no sábado, 16, António Simão, Manuel Wiborg e João Meireles lêem ALEXANDRE O’NEILL na Casa Sommer, em Cascais. E é já na próxima semana, na 4ª 20, que reabre o Teatro da Politécnica com SNOB na Politécnica, DAVE QUEDA-LIVRE de Tiago Lima e PROSOPOPEIA de Pedro Baptista. Entretanto, preparamo-nos para estrear NADA DE MIM de Arne Lygre, na 5ª 21 de Junho, em Viana do Castelo, no Teatro Sá de Miranda.

FERNANDO LEMOS – Como, não é retrato? de Jorge Silva Melo Com João Pedro Mamede Som Armanda Carvalho Fotografia José Luís Carvalhosa Assistente de Imagem César Casaca Misturas Nuno Carvalho Montagem Miguel Aguiar Realização Jorge Silva Melo Produção Manuel João Águas/ Pedro Jordão Uma Produção Artistas Unidos/RTP Com o apoio da Fundação Gulbenkian

Na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, 13 de Junho às 15h00

Programa VIEIRA DA SILVA EM FESTA 2018
(Entrada Livre)

Começámos este filme em 2008… terminamos agora, entre Lisboa e São Paulo.

"Fui estudante, serralheiro, marceneiro, estofador, impressor de litografia, desenhador, publicitário, professor, pintor, fotógrafo, tocador de gaita, emigrante, exilado, director de museu, assessor de ministros, pesquisador, jornalista, poeta, júri de concursos….

…..conselheiro de pinacotecas, comissário de eventos internacionais, designer de feiras industriais, cenógrafo, pai de filhos, bolseiro, e tenho duas pátrias, uma que me fez e outra que me ajudo a fazer. Como se vê, sou mais um português à procura de coisa melhor." diz Fernando Lemos, artista que em 1953 deixou Lisboa rumo ao Brasil.

EM VOZ ALTA
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Em Cascais, na Casa Sommer, 16 de Junho às 18h30
ALEXANDRE O’NEILL
por António Simão, João Meireles e Manuel Wiborg


Fotografia © Jorge Gonçalves

SNOB NA POLITÉCNICA – Feira do Livro

Nascida em Guimarães em 2013, a Snob sempre esteve ligada ao teatro, seja com a Oficina ou a Licenciatura de Teatro da Uminho. Mudando de paradigma e tornando-se mais móvel, vem agora ao Teatro da Politécnica com uma boa selecção teatro, poesia, editores independentes, raridades e promoções, para que em vez de feira o encontro com os leitores seja uma festa.

Organização da Livraria Snob e Artistas Unidos

No Teatro da Politécnica de 20 a 29 de Junho
4ª, 5ª e 6ª das 17h00 às 21h00

EM VOZ ALTA – leituras:

4ª 20 de Junho
19h | Alexandre O’Neill por João Meireles e António Simão

5ª 21 de Junho
19h | NOÉ e ILHA DO DESPORTO de Ricardo Neves-Neves por Andreia Bento e Pedro Carraca

6ª 22 de Junho
19h | HISTÓRIAS DE SENHOR KEUNER de Bertolt Brecht por João Meireles

4ª 27 de Junho
19h | A BOCA ENORME e outras histórias de José Gomes Ferreira por Andreia Bento

5ª 28 de Junho
19h | O NARIZ de Gogol por Jorge Silva Melo

6ª 29 de Junho
19h | GREGUERÍAS de Gomes de la Serna por João Meireles, Andreia Bento, António Simão e Pedro Carraca

Leitura de DAVE QUEDA-LIVRE de Tiago Lima
Com Ana Rita Monteiro, Beatriz Batarda, Bruno Ambrósio, Carolina Passos Sousa, David Esteves, Guilherme Moura, Isabel Costa,João Pedro Mamede, Miguel Loureiro e Rodolfo MajorDramaturgia e revisãoDaniel Gamito MarquesDirecçãoTiago Lima A classificar pela CCE

No Teatro da Politécnica a 22 de Junho às 21h00

Dave está à beira do colapso. A vertigem entre algo grandioso e um fracasso, nessa lógica de competição em que ser o melhor é deixar de ser humano, e ser humano é aceitar perder e desaparecer no meio de toda a multidão.

Inspirado na obra de David Foster Wallace, Dave, Queda-Livre tem como fio condutor o universo familiar e a questão do indivíduo na condição de sujeito no mundo.

Quem somos? Qual é a nossa história? Dave vive num futuro próximo, tal como o concebeu o escritor Foster Wallace na sua obra A Piada Infinita, onde as vidas dos americanos de hoje parecem imitar as que ele criou em 1996. Hoje, a América actual parece imitar o modelo por ele elaborado. Não estaremos nós a seguir o mesmo caminho? O seu livro não previu este tempo muito diferente do que ele é realmente hoje.

Quando a era digital dava os primeiros passos, a ficção de Foster Wallace falava de um domínio do entretenimento, do prazer total, do totalitarismo do consumo, da dependência de substâncias, de gadgets, patologias mentais, da solidão, do vazio, do suicídio e de uma imensa tristeza de cada um e do colectivo.

Ilustração © Alex Gozblau

PROSOPOPEIA de Pedro Baptista Com Ana Valente, Elena Rudakova, Francisco Sousa e Mário Coelho Luz Manuel Abrantes Encenação Pedro Baptista A classificar pela CCE

No Teatro da Politécnica de 28 a 30 de Junho
5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

prosopopeia: figura em que o orador atribui o dom da palavra, o sentimento ou a acção a seres inanimados ou irracionais, aos mortos ou aos ausentes.

Composição a quatro corpos. Pode ser uma melodia, um rizoma, um movimento, uma oratória. Uma sequência de monólogos, na qual cada corpo que se presta a ser individualmente observado, ouvido, detectado, interpretado, percepcionado, disserta sobre as mesmas ideias – como num ciclo ao qual não poderá inevitavelmente escapar.

Fotografia © Alípio Padilha

NADA DE MIM de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Carla Bolito, Pedro Caeiro, Elisabete Pinto e Tiago Matias Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação e espaço cénico Pedro Jordão Uma produção Artistas Unidos Co-produção Teatro do Noroeste – CDV M16

Em Viana do Castelo, no Café Concerto do Teatro Municipal Sá de Miranda a 21 de Junho às 21h30
Integrado no FITEI VIANA

RESERVAS: 258 823 259 / 967 552 988 / geral

No Teatro da Politécnica de 4 a 21 de Julho
Integrado no Festival de Almada

4ª 4, 3ª 17, 4ª 18 às 19h00;
5ª 5 e 5ª 12 às 18h00 e às 21h00;
6ª, 6, sáb. 7, 4ª 11, 6ª 13, sáb. 14, 5ª 19, 6ª 20 e sáb. 21 às 21h00;
3ª 10 às 18h00
RESERVAS: 961960281 | 21391 67 50 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

ELE Quartos vazios. Quase sem móveis. Tu e eu.
EU Sim.
ELE É isto mesmo.

Arne Lygre, Nada de Mim

Uma mulher, um homem. Pensaram amar-se para sempre. Mas a felicidade não será a última palavra. Uma peça íntima, secreta, obsessiva, poética, crua, de Arne Lygre, o autor norueguês de quem só agora conseguimos fazer uma peça. Uma escrita singular. Uma autópsia.

Fotografia © Jorge Gonçalves

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